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Ronaldo A. Bezerra

quinta-feira, julho 04, 2013

SUPREMO ARQUITETO

"Descansado estava eu, porém ele me quebrantou; e pegou-me pela cerviz, e me despedaçou; também me pôs por seu alvo" (Jó 16.12).


A história deste homem chamado Jó, é difundida em todos os tempos, como não dizer disseminada até os dias atuais. Quantos de nós, repetidas vezes já usamos até mesmo como jargão: 'Poxa, fulano de tal tem paciência de Jó', mas quando dizíamos isso não tínhamos a compreensão da magnitude e a contextualização devida dos fatos narrados pelo autor, e pela grandiosidade dos propósitos do Deus Trino, trazendo todo um cenário, de dor, fidelidade e revelação. Precisamos nos ater, nos recursos da época, da certeza de quem estava no controle de tudo ou não, e a precisão no saber que Deus sendo Soberano, não estava medindo forças com Satanás, mas adequando o imperfeito as condições do Perfeito, que sem sombra de dúvida, a instrumentalidade nas mãos do 'Supremo Arquiteto', era o anjo caído, o rebelde, o mesmo que tentara usurpar a moeda em circulação da época: 'Honra e Glória'. Sem êxito, ele é lançado para longe da presença do Criador, juntamente com um terço de seus liderados. 
O único homem pelo qual, o próprio Deus dá testemunho ao seu respeito, para Lúcifer, é Jó: "E disse o SENHOR a Satanás: Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal".A pergunta é, o que Deus vê quando nos vê? Como tem sido nossa integridade diante d'Ele? Temos nos desviado do mal, ou nos desviado do Caminho? Quando a mulher de Jó indaga maleficamente, "Ainda reténs a tua sinceridade? Amaldiçoa a Deus, e morre", ao que Jó responde "Como fala qualquer doida, falas tu; receberemos o bem de Deus, e não receberíamos o mal? Em tudo isto não pecou Jó com os seus lábios". Não podemos deixar de ressaltar, que neste momento Satanás já tinha atacado e destruído tudo o que este homem possuía, e o que ele mais estimava, 'Seus sete filhos e três filhas, e por fim sua saúde, encontrava-se enfermo com úlceras
malignas, desde a planta do pé até ao alto da cabeça, com um caco para se raspar com ele, assentado no meio da cinza. Para onde nós estamos indo, neste exato momento? Alguns de uma hora para a outra apostata da fé, joga tudo para o alto, sem nenhuma justificativa plausível. Moram em casas de três andares, andam de carros do ano, foram recentemente promovidos, mas esqueceram-se do tempo em que andavam em procissão para a casa do SENHOR. Com isso, o que mais se poderia dizer? Te conhecemos só de ouvir?

Ronaldo A. Bezerra
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